Mais uma tatuagem — isto é um vício!

Dou toda a razão a quem me disse: “depois da primeira, torna-se um vício”, e não é que é  mesmo? Fiz a segunda há cerca de duas semanas.

Não ligo a significados e afins; se achar por bem fazer, faço, i don’t give a single fuck about it. Esta aqui é muito simples, é apenas um cogumelo do Super Mario, versão retro/pixelizada. Não quis fazer a versão em vermelho porque não gosto de vermelho, apesar de ser do Benfica. A minha cor favorita é o azul, mas gosto imenso de verde, então tentei encontrar um misto entre as duas e saiu isto:

Esta foto foi tirada um ou dois dias depois de a ter feito, ainda se nota algum relevo, mas agora já está sarada e com o verde mais vivo. Ficou muito porreira, na minha opinião.

Tatuei isto por vários motivos (quer gostem, quer não):

  • Sempre gostei de dar a habitual jogatana diária, apesar de cada vez ter menos tempo para isso;
  • O Super Mario World foi o primeiro jogo que joguei, na primeiríssima consola que eu tive (Super Nintendo);
  • É o cogumelo que dá uma vida extra;
  • Gosto do conceito “always carry an extra life”;

Secalhar há mais um ou dois motivos para o fazer, mas não acho que sejam tão relevantes.

Quanto aos preconceitos… dispenso teorias parvas. Como já disse, não vou perder 50% das minhas capacidades por ter um cogumelo tatuado no braço. Também não vou assaltar pessoas por ter tatuagens ou usar brincos.

PS: Já me disseram que não convém ter tatuagens aos pares porque dá azar. Claro que isto é uma desculpa para continuar a minha sleeve. Veremos qual será a próxima, que não tenho sequer uma ideia!

 

Remodelação no meu workspace

Por vezes torna-se aborrecido e até desconfortável, dependendo do workspace, estar sempre a trabalhar no mesmo sítio. Aconteceu comigo e decidi avançar com uma remodelação pequena, mas que vai fazer toda a diferença, porque agora também vou trabalhar mais tempo em casa.

Cadeira

Já era um problema crónico de há uns anos para cá. Andava sempre a trocar de cadeiras porque se partiam, porque as rodas deixavam de funcionar por acumulação de porcaria, porque enfim… eram baratas. Andei uns 5 ou 6 anos com 4 cadeiras diferentes, todas por volta dos 20 euros.

Perdi a cabeça e fui comprar uma cadeira de executivo, com encosto para a cabeça e longos braços de apoio. É outro mundo à parte. O conforto aumentou em 500%. Custou-me 69 euros, já que a apanhei em promoção numa dessas Staples, em que a consideravam a cadeira do mês de Janeiro (acho que a promoção vinha daí, ou então era  realmente boa).

As minhas costas agradeceram o presente.

Secretária

A que eu tinha, era daquelas específicas para computador, em que dava para arrumar uma impressora, um scanner, um monitor, teclado e rato, colunas e mais algumas porcarias, com uma largura de um metro. Ora, isto parecia um transformer e eu acho que precisava de algo mais sofisticado, mas simples e bonito ao mesmo tempo.

Decidi-me por comprar uma secretária mais larga, com uma gaveta enorme ao longo da mesma e uma coluna com prateleiras numa das extremidades. A secretária é preta e bem bonita, por sinal. Dá logo outro aspecto ao quarto. A secretária foi 69 euros também, no IKEA de Alfragide — esta ida ao IKEA dá para escrever um livro, mas fica para mais tarde.

Iluminação

O meu quarto sempre foi uma porcaria em termos de iluminação. A luz do tecto não ilumina nada de jeito e a luz da secretária que eu tinha era mais bonita do que funcional. Decidi comprar um daqueles candeeiros que mais parecem uma grua enorme, com regulador de intensidade da luz. À noite, não ligava qualquer luz no quarto, o que era mau para os meus olhos, mas também não queria estar a incomodar o meu irmão — sim, o meu quarto é partilhado — portanto, mais valia estarem desligadas. Agora consigo estar a “meia-luz” durante a noite, sem incomodar ninguém e dando uma luz agradável sobre a secretária. O candeeiro custou 49 euros na Staples, mas é algo bem robusto e não parece nada fácil de partir como os outros que eu tinha.

Estante

A estante ainda não está comprada, mas apenas porque não havia nos sítios onde fomos. O carro também não é muito grande e uma das estantes que tinhamos em mente, não cabia. Para a semana logo trato deste assunto.

Para finalizar…

Acho que ficou bem mais agradável, bonito e funcional. Há outro conforto a trabalhar, pode ser que daí também venha mais um pouco de motivação, que parece não estar nos melhores dias. Provavelmente fica a faltar uma coisa ou outra, para dar um toque final, mas eu acho que assim está bom e não se gastou muito dinheiro:

  • Secretária: 69 euros;
  • Candeeiro: 49 euros;
  • Cadeira: 69 euros;

Assim que puder, tiro uma fotografia ao espaço e meto aqui just for the record. Já agora, se quiserem vasculhar e tirar umas ideias para secretárias, metam os olhos no SimpleDesks e AppleDesk, que tem por lá workspaces de sonho.

 

Efeitos secundários do 9gag

O 9gag explodiu e bem, mas não se torna já um pouco cansativo de ver rage comics reproduzidos em todas as redes sociais, vezes e vezes sem conta? Chegaram ao ponto de os traduzir, o que tira 100% da piada (ficam a restar 40%).

E “pior”, quem os traduz, está a ganhar fama, utilizadores e a gerar tráfego à custa do 9gag, porque já existem mil e uma páginas no Facebook, por exemplo, só de rage comics traduzidos. No entanto, pode ser estratégia, porque com estas acções, estão a angariar audiência, que independentemente de ser muito jovem, é o que qualquer empresa neste mundo quer: pessoas a ver as suas coisas.

Depois de aplicar esta estratégia, ou lá o que for, é muito fácil divulgar um site, pois este vai ser lido por pelo menos 20 mil pessoas, que são as que gostam da página X. O bónus disto é que se podem tirar alguns rendimentos com os famosos “posts pagos”.

Claro que isto não se aplica apenas para os rage comics, até porque se há 100 páginas dedicadas a isto, há mais 250 dedicadas apenas a vídeos para rir e 50 de imagens com frases cliché.

São estratégias, apesar de não gostar de ver as minhas timelines cheias de imagens feitas no Paint, imagens com frases filosóficas e vídeos que já vi em 2005 ou no Isto… só Video!

Um Tumblr que se aproveita

Não quero dizer que os outros não prestam, mas não me chama muito à atenção fotografias de pessoas a fazer corações com as mãos, fotografias de comida, uma foto random com frases filosóficas and so on.

Com um nome bastante sugestivo, aqui fica o Fuck Yeah Aircraft, para todos os maluquinhos da aviação.

Um pequeno exemplo do que se pode encontrar por lá:

Fonte: fuckyeahaircraft.tumblr.com

Uma vista sobre Nova Iorque | Fonte: fuckyeahaircraft.tumblr.com

Este é porreiro, não só porque o tema é um dos meus grandes vícios, mas também porque tem fotos muito capazes, apesar de algumas terem sido abusadamente pós-processadas.

Teorias da conspiração em blocos de 5 minutos

Para os que gostam de teorias da conspiração e não podem perder muito tempo por dia a investigar sobre o assunto, recomendo uma passagem no canal HowStuffWorks, no YouTube.

Neste canal, há uma “série”, se é que lhe podemos chamar assim, chamada “Stuff They Don’t Want You To Know”, que aborda vários temas que provavelmente vos deixarão de boca aberta.

Os conteúdos são em inglês, com durações de aproximadamente 5 minutos. Para os interessados, aqui fica um só para aguçar o apetite:

Anúncio da Coca-Cola e as pessoas estúpidas

É o que eu digo, reclamar só porque sim está no sangue dos portugueses. A Coca-Cola divulga o seguinte aúncio, de seu nome “Há razões para acreditar num mundo melhor”:

Claro que isto não agradou a toda a gente, como era de esperar. Muitos choram porque a música do vídeo não é em português, mas também se esquecem que a música é igual para todas as versões, de todos os países. Não foi feito exclusivamente para Portugal.

Porque é que as pessoas têm de ser assim, mesmo nestas épocas? Podiam fazer uma pausa ou desligar o rage mode, que não se paga (ainda) para ser simpático e compreensivo.

Agora sim, “parece que é tudo mau”, não há nada bom.

Boas festas e boas entradas em 2012

Mais um ano que chegou ao fim, e que ano!

Foi bom em ambos os níveis, tanto pessoal como profissional, e espera-se que seja melhor em 2012, porque não podemos ficar satisfeitos com o que temos no momento, temos de querer ter sempre mais e mais; ambição acima de tudo.

Só queria desejar boas festas, boas férias para quem as tem e boas entradas em 2012.

PS: Faço anos no dia 31, não me querem oferecer nada?

Redes sociais a mais

Acho que cheguei a este ponto. Um gajo mal tem tempo para actualizar as “normais”, as in Twitter e Facebook, quanto mais. Sempre ouvi dizer que é preferível ter mais qualidade do que quantidade, por isso, vou seguir a regra à risca — isto não implica que as minhas intervenções sejam de qualidade, mas nem tudo é mau.

O meu Google+, de morto não passa. Todos os dias recebo “pedidos de amizade” ou lá o querem chamar aquilo, mas é só pessoas que não conheço de lado nenhum e de origens duvidosas. Não quero estar a julgar ninguém, mas a partir do momento em que vejo nomes com caracteres estranhos, é logo perceptível o que sai dali. Qual a credibilidade de um “Vandislew {@}”? Also, só 3 ou 4 pessoas é que conseguem ser regulares por aquelas bandas.

Também já desisti há um bom tempo dos Gowallas e Foursquares da vida. Não vejo o interesse de partilhar localizações. Não preciso de saber que o Joaquim fez check-in na pastelaria YXZ, todo o santo dia, às 9 da manhã. Acho que as pessoas abusam do serviço. Penso que devia ser usado apenas em ocasiões especiais ou visitas a locais realmente interessantes.

Tumblr e posterous também é para esquecer. Para um dump de imagens random já me basta o 9gag e o Facebook. Já tive em tempos, mas deixei de parte um mês depois.

O LinkedIn é bom, mas, na minha opinião, vale apenas pelos contactos que se pode tirar de lá. Aquele stream à Twitter não é assim tão útil quanto parece, até porque tenho sempre as mesmas duas pessoas a colocarem por lá informação… e é porque são contas linkadas com o Twitter.

Não sou YouTuber, mas tenho lá conta e só serve para guardar uns vídeos e pouco mais. Sempre é melhor que estar a levar constantemente com os avisos de conteúdos para maiores de 18 anos, quando não estamos logados.

Acho que me fico pelo Facebook e Twitter. E também é demasiado, quer-me parecer.

PS: Não encarem — se é que alguém ainda vai ler isto — este post como um “parece que é tudo mau”, mas é o meu ponto de vista da utilidade que EU dou (ou já não vou dar) às redes sociais.

Primeira tatuagem

Gosto imenso de tatuagens, mas tem de ser algo subtil, nada assim muito grande e espalhafatoso — aqui depende do que o artista criar, porque já vi sleeves fantásticas, por exemplo.

Ao início, tinha apenas uma em mente, mas ao pesquisar para me tentar inspirar, deparo-me com uma absolutamente fantástica, na minha opinião, e que disse logo: “é a minha cara”. Não, não tatuei a minha cara, felizmente.

Não sei se já disse por aqui, mas o meu actor favorito é o enorme Johnny Depp e, como sabem, o homem tem tatuagens em tudo quanto é sítio. Podem ver todas as tatuagens dele, bem como os seus significados, aqui.

A que me chamou à atenção foi esta:

 O porquê de me ter identificado logo com ela:

  • É o meu actor favorito e talvez artista, no geral;
  • É o meu número da sorte;
  • É onde eu queria ter a minha tatuagem.

Não necessariamente por esta ordem, mas esses foram os principais motivos. A explicação do Depp é a seguinte:

Between the thumb and the index finger of his left hand, Johnny has the number 3. According to Johnny: “Three is a sort of magical number for me. It’s a very creative number. Triangle, trinity, you know, two people make another person. Three is a mystical, magical number.” But on another occasion he was quoted as saying: “It’s just a three, man, a friend just put it there one day while we were bored.”

Portanto, de um dia para o outro, lá meti na cabeça que a queria fazer e esqueci temporariamente a outra. Bem dito, bem feito. Não demorou nada a fazer, mas é uma dor do caraças para quem não gosta de agulhas!

O resultado final foi este:

 Ainda parece que o “3″ está bastante fino, mas isto com o tempo vai ao sítio. Agora é tempo de colocar pomada todos os dias, lavar bem com água fria para sarar o mais rápido possível. Depois desta estar pronta, avanço para a outra.

Há sempre aquela hesitação por ser uma tatuagem na mão, que nem todos a vão aceitar, mas olha… I don’t give a single fuck about that. Não é por ter um “3″ espetado na mão que vou perder 50% das minhas skills no emprego ou que ando a dar no cavalo de 3 em 3 minutos. Whatever.

Espero que isto não se torne um vício, porque ainda sai caro.

 

Fui comprar um Google Nexus S

Era estúpido se não o fizesse, mas fui ainda mais estúpido porque deixei passar uma promoção ainda melhor. Ora, quando o vi anunciado, o preço de venda era 209€, aproveitando o dia do aderente na FNAC, que dava 20% de desconto sobre os produtos comprados nesse dia, mas claro… deixei passar esta brincadeira e só fui lá buscar o telemóvel uma semana depois, por 279€, não achando também um mau preço para o telemóvel que é.

Google Nexus S

Google Nexus S

Link para a página com os detalhes da máquina.

Ainda não tive muito tempo para brincar com ele, mas noto uma diferença de performance abismal em relação ao meu LG P500, que também rodava Android (2.2). Em vez de comprar aqueles HTCs ou outros smartphones com Android, preferi ter algo oficial, porque já todos sabem como é esta história dos updates passado um ano ou dois. Sei que este vai ser suportado pela nova versão, 4.0 (Ice Cream Sandwich), pelo que posso estar bem descansado.

Não vem com o lixo habitual das operadores, até porque está desbloqueado a todas as redes. Relembro que o meu LG P500, que foi comprado na Optimus, tinha programas ridículos, como MB Phone, Optimus Wizi Location e outros, que não dava para desinstalar por nada deste mundo, só mesmo trocando de ROM. Já agora, em relação a ROMs, não vou fazer root neste smartphone, até porque não sinto necessidade disso. Prefiro deixar as coisas no seu estado “normal”, se é que me entendem. Se funciona, para quê inventar?

Devo dizer que a qualidade de imagem nas fotografias é boa, não me desiludiu, e secalhar vou passar a tirar mais fotografias do que pensava inicialmente, porque só depois de o ligar é que descobri que tinha 16GB de memória interna — ainda considerei largar o meu iPod Nano para usar apenas o Nexus, mas acho que era estúpido e a bateria ia à vida num instante.

Já instalei umas quantas aplicações: Facebook, Twitter, Google Reader, APN Portugal, Angry Birds, Sueca, Cinema SAPO e Banca SAPO. Não creio que precise de mais do que isto, mas sei que a performance não vai à vida se decidir ter mais 100 ou 200 instaladas. Nada de Foursquares e Gowallas, porque essa necessidade de partilhar localizações já se foi há muito.

O ecrã deste smartphone é fenomenal e bem grande. É uma diferença enorme em relação ao outro. Há mais espaço para as aplicações, não há nada tão condensado como antes, em que bastava aparecer o teclado virtual e 80% do espaço ia à vida.

Por último, mas não menos importante: sincronização. O facto de ter optado por sincronizar os meus contactos, configurações, calendários e outras cenas nerds no meu anterior smartphone, fez com que a mudança para este fosse bem mais suave, sem ter de inventar muito. Aliás, mal o acabei de comprar, troquei os cartões na hora, liguei o 3G e voilá, tudo no sítio.

Agora vamos lá ver como se porta o bicho daqui para a frente, mas até agora, so far so good. Creio que foi uma boa compra.